segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
domingo, 25 de janeiro de 2009
Um sofrimento inevitável
Esgotamento. O limite entre a completa exaustão dos sentidos e a depressão, no meu caso.
O excesso de lágrimas e a luta contra elas me sugaram as forças e deixaram meus olhos vidrados e minha mente distante, apenas o corpo me prendendo ao mundo físico.
As idéias parecem estar mais claras e mais confusas do que nunca. Desertos, pradarias, praias, sol, neve, alguém? Não. Apenas eu.
O quase imperceptível farfalhar das folhas provocado pelo carinho do vento mais parecia um sussuro me convidando a permanecer lhes ouvindo e respondendo.
A solidão me toma completamente. Nada ao meu redor me resgata da letargia. Eu sinto o balanço do mar convencendo a me deixar levar pelas ondas. Meus olhos doem. A incansável lamentação de mais cedo me deixara cicatrizes invisíveis e dores visíveis.
Tudo? Nada. Alguém? Ninguém. Você? Eu. Apenas eu e o meu ridículo murmúrio inaudível que me corrói por dentro e por fora e me recolhe cada vez mais do mundo ao meu redor.
Acabou.
O excesso de lágrimas e a luta contra elas me sugaram as forças e deixaram meus olhos vidrados e minha mente distante, apenas o corpo me prendendo ao mundo físico.
As idéias parecem estar mais claras e mais confusas do que nunca. Desertos, pradarias, praias, sol, neve, alguém? Não. Apenas eu.
O quase imperceptível farfalhar das folhas provocado pelo carinho do vento mais parecia um sussuro me convidando a permanecer lhes ouvindo e respondendo.
A solidão me toma completamente. Nada ao meu redor me resgata da letargia. Eu sinto o balanço do mar convencendo a me deixar levar pelas ondas. Meus olhos doem. A incansável lamentação de mais cedo me deixara cicatrizes invisíveis e dores visíveis.
Tudo? Nada. Alguém? Ninguém. Você? Eu. Apenas eu e o meu ridículo murmúrio inaudível que me corrói por dentro e por fora e me recolhe cada vez mais do mundo ao meu redor.
Acabou.
sábado, 17 de janeiro de 2009
O amor e os primatas
Amar...
Eu sei, é um clichê falar sobre os mistérios desse sentimento tão sorrateiro e tão arrasador.
Mas o problema é que ele existe apenas desde... desde sempre!
Será que os nossos ancestrais, os Australopithecus afarensis, a 4 milhões de anos já sentiam o coração bater mais forte e as pernas bambas quando viam a pessoa amada passar?
Sem ofensas aos nossos vovôs, mas imagina só que engraçado, aqueles seres peludos e amacacados se derretendo de amores por outros seres peludos e amacacados. Não que nós mesmos não sejamos isso, mas para quem nunca viu uma reconstituição de um dos nossos antecessores, aí vai a mais famosa estudada da espécie: Lucy.
Não se assuste, nós também não somos lá muito bonitos, e sim, seus ancenstrais eram parecidos com a Lucy aí de cima e amavam.
Na época dela, o "amor", ou melhor, a seqüência de mudanças que ocorrem no corpo do indivíduo na presença de outro do sexo oposto e da mesma espécie com o qual ele geralmente compartilha também uma "amizade", mais um sentimento a ser discutido em outra postagem, -falei demais, retomando- o amor estava completamente associado à nada mais nada menos do que a sobrevivência: a perpetuação da espécie. Talvez esteja aí a explicação dele ser tão arrasador, quer dizer, é uma coisa inata nos seres vivos, já está escrito nos genes que assim que deve ser. Pelo menos, assim é com os seres vivos, foi com os nossos acentrais e com a nossa espécie por milhares de anos. Porém, os seres humanos têm que contrariar a natureza e começar a elevar um sentimento que antes era puramente instintivo a uma esfera mágica e espiritual.
Quem nunca leu o horóscopo de quem gostava pra saber se os astros concordavam com a união?
A verdade é que a raça humana literalmente se acha 'uó do borogodó', e resolveu separar as coisas - de novo-. Aliás, a gente separa tudo né? Ciências de matemática, História de Arte, é mesmo muita falta do que fazer. E muita gente separou "amor" de "paixão" e "amor" de "compromisso" e de "responsabilidade" e tudo isso da procriação da espécie. Tudo entre aspas mesmo, porque são conceitos muito relativos e vocês terão de engolir, hahaha. :P
Quantas vezes vocês não viram um casamento sem amor?
Ou um compromisso que acabou por conta do envolvimento de terceiros, ou terceiras, às vezes por uma carência de amor entre o casal inicial?
É isso aí, a natureza se esfalfa pra criar o mecanismo perfeito e a gente vai lá e ignora.
Esses somos nós!
Eu sei, é um clichê falar sobre os mistérios desse sentimento tão sorrateiro e tão arrasador.
Mas o problema é que ele existe apenas desde... desde sempre!
Será que os nossos ancestrais, os Australopithecus afarensis, a 4 milhões de anos já sentiam o coração bater mais forte e as pernas bambas quando viam a pessoa amada passar?
Sem ofensas aos nossos vovôs, mas imagina só que engraçado, aqueles seres peludos e amacacados se derretendo de amores por outros seres peludos e amacacados. Não que nós mesmos não sejamos isso, mas para quem nunca viu uma reconstituição de um dos nossos antecessores, aí vai a mais famosa estudada da espécie: Lucy.
Não se assuste, nós também não somos lá muito bonitos, e sim, seus ancenstrais eram parecidos com a Lucy aí de cima e amavam.
Na época dela, o "amor", ou melhor, a seqüência de mudanças que ocorrem no corpo do indivíduo na presença de outro do sexo oposto e da mesma espécie com o qual ele geralmente compartilha também uma "amizade", mais um sentimento a ser discutido em outra postagem, -falei demais, retomando- o amor estava completamente associado à nada mais nada menos do que a sobrevivência: a perpetuação da espécie. Talvez esteja aí a explicação dele ser tão arrasador, quer dizer, é uma coisa inata nos seres vivos, já está escrito nos genes que assim que deve ser. Pelo menos, assim é com os seres vivos, foi com os nossos acentrais e com a nossa espécie por milhares de anos. Porém, os seres humanos têm que contrariar a natureza e começar a elevar um sentimento que antes era puramente instintivo a uma esfera mágica e espiritual.
Quem nunca leu o horóscopo de quem gostava pra saber se os astros concordavam com a união?
A verdade é que a raça humana literalmente se acha 'uó do borogodó', e resolveu separar as coisas - de novo-. Aliás, a gente separa tudo né? Ciências de matemática, História de Arte, é mesmo muita falta do que fazer. E muita gente separou "amor" de "paixão" e "amor" de "compromisso" e de "responsabilidade" e tudo isso da procriação da espécie. Tudo entre aspas mesmo, porque são conceitos muito relativos e vocês terão de engolir, hahaha. :P
Quantas vezes vocês não viram um casamento sem amor?
Ou um compromisso que acabou por conta do envolvimento de terceiros, ou terceiras, às vezes por uma carência de amor entre o casal inicial?
É isso aí, a natureza se esfalfa pra criar o mecanismo perfeito e a gente vai lá e ignora.
Esses somos nós!
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
2009!

Finalmente, a primeira postagem do ano!
2009 começou muito bem para mim, apesar da crise mundial consegui finalmente juntar dinheiro para comprar o notebook mais gato e livros maravilhosos que eu já estava namorando a um bom tempo...
Com certeza darei mais atenção a vocês, queridos leitores, nesse período de férias.
E para começar com o pé direito, por que não conferir se você é virado para a lua com um joguinho bem interessante?
Você é sortudo?
A pergunta que não quer calar...
Boa sorte e feliz 2009!
Meu resultado:
VIRADO PARA A LUA
Seus gestos e atitudes contribuem para que você encontre a desejada sorte na vida. Mantenha o otimismo de sempre e continue apostando em sua intuição para resolver os problemas. Sem estresse e com a criatividade que lhe é característica.
quem diria... será que esse teste tá certo??
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Novidade para os estudantes - e para quem quer saber mais
Ótimo para quem prefere estudar de uma maneira descontraída e interessante.
Programa que oferece uma verdadeira viagem pelo corpo humano ( e o melhor: é de graça e você não precisa baixar nada!)
Interativo e com ótimos gráficos em 3D, fica mais fácil vizualizar, memorizar e identificar estruturas.
Amigos estudantes, aqui vai uma ajudinha para vocês ;D
Para usufruir dos benefícios do visible body, basta fazer um cadastro no site
Divirtam-se!
Programa que oferece uma verdadeira viagem pelo corpo humano ( e o melhor: é de graça e você não precisa baixar nada!)
Interativo e com ótimos gráficos em 3D, fica mais fácil vizualizar, memorizar e identificar estruturas.
Amigos estudantes, aqui vai uma ajudinha para vocês ;D
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Divirtam-se!
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